O jornalista Carlos Jiménez compartilhou sua experiência sobre o impactante caso da massacre de Jonathan Meléndez, tecladista da banda Camilo Séptimo, e sua família, ocorrida em Atizapán de Zaragoza. Este crime conmocionou aqueles que cobrem casos de violência e narcotráfico.
O jornalista, especializado em crimes, relatou que a brutalidade do ataque deixou uma profunda marca emocional nele. Ele detalhou que Meléndez, sua esposa grávida, sua filha de três anos, uma empregada doméstica de 21 anos e seu cachorro foram assassinados em casa, sendo o único sobrevivente o filho de seis anos do casal. “É uma das imagens mais difíceis, mais impactantes que já vi”, comentou Jiménez em um programa de rádio.
A Procuradoria Geral de Justicia do Estado do México informou que o ataque ocorreu entre 17h30 e 19h40 no dia 1º de setembro de 2026, em um apartamento no condomínio Grand Viure. A cena do crime foi descrita como devastadora, com marcas de sangue da pequena Sofía que caminhou antes de ser assassinada, o que sugere que o agressor atacou cada membro da família sequencialmente enquanto exigia algo deles.
Inicialmente, soube-se que o crime poderia estar relacionado a uma dívida de 300 mil pesos devido a um conflito sobre propriedades na região de Valle de Bravo. Jiménez explicou que um amigo de Meléndez alertou as autoridades após não ter notícias dele por várias horas, o que levou à intervenção policial, embora o suposto agressor já tivesse fugido nesse momento.
As investigações se concentram em uma possível relação comercial e uma disputa econômica entre as vítimas e os detidos, Diego Sebastián “N” e Gerardo “N”, que foram presos no dia 2 de setembro. As autoridades suspeitam que o motivo do crime está relacionado a uma dívida e problemas administrativos em uma agência de viagens onde Meléndez e Sebastián eram sócios.
A violência desencadeada durante esse ataque chamou a atenção para a insegurança e a problemática da criminalidade na região, motivando as autoridades a intensificarem suas investigações em busca de justiça para as vítimas.
Fonte: www.infobae.com