Uma mulher de aproximadamente 70 anos entrou armada no saguão do Departamento de Polícia de Port Orange, Flórida, disparou contra os funcionários e foi ferida por agentes ao sair do prédio.
O incidente ocorreu por volta das 8h20 de quinta-feira, 4 de setembro de 2026, na área de recepção da sede policial localizada na 4545 Clyde Morris Blvd. A mulher confrontou os funcionários civis e, após uma discussão, sacou uma arma de fogo e disparou em direção ao pessoal. Felizmente, nenhum civil foi ferido pelo único tiro que disparou.
Depois do disparo, a mulher deixou o prédio e foi interceptada por oficiais que respondiam a uma chamada de tiroteio ativo. Três agentes participaram do confronto e dispararam contra a mulher, que ainda estava segurando a arma. Segundo o chefe de polícia Manuel Marino, ainda não foi possível acessar todo o vídeo de vigilância relacionado ao incidente, que faz parte da investigação.
A mulher foi levada para um hospital, mas o chefe Marino não conseguiu confirmar seu estado de saúde durante a coletiva de imprensa. A identidade da suspeita não foi revelada enquanto seus familiares são notificados.
O Departamento de Investigações da Flórida (FDLE) assumiu a responsabilidade pela investigação, com agentes permanecendo na área do tiroteio durante a coletiva. Marino também informou que a seção de registros da delegacia permanecerá fechada até a próxima terça-feira, devido aos feriados, e que a unidade de cena do crime processará a área afetada.
Em relação às motivações da mulher, Marino declarou não ter informações sobre um possível motivo e confirmou que isso fará parte da investigação em andamento. Não foi determinado o tipo de arma utilizada pela mulher nem quantas vezes ela foi ferida. O único dado disponível indica que o disparo atingiu perto da seção de propriedade e evidência, onde havia pessoal presente.
O chefe Marino expressou preocupação com o bem-estar emocional dos funcionários civis envolvidos, que carecem de treinamento para enfrentar esse tipo de situação. Espera-se que, após a conclusão de sua participação na investigação, o pessoal receba assistência em um protocolo de debriefing de incidentes críticos. “Não se pode esperar que algo assim aconteça dentro do seu próprio prédio, em uma quinta-feira às 8 da manhã”, comentou Marino, enfatizando a prioridade de ajudar os funcionários a se recuperarem.
Fonte: www.infobae.com