O presidente Javier Milei anunciou que a próxima reunião de gabinete incluirá uma análise sobre a situação das Malvinas, após as recentes declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em uma entrevista na rádio El Observador, Milei mencionou que na segunda-feira, 31 de agosto, Trump declarou que sua administração está revisando a posição dos Estados Unidos a respeito da soberania das Malvinas, o arquipélago do Atlântico Sul que o Reino Unido administra, mas que a Argentina reivindica. O mandatário americano, ao ser consultado, indicou: “Sempre reviso cada posição. É apenas uma de muitas.” Desde a guerra de 1982, Washington tem mantido uma postura de neutralidade neste conflito.
Milei, sem entrar em detalhes, se referiu à importância do tema durante sua entrevista, afirmando que “ontem aconteceu algo muito forte em relação à causa mais importante e sagrada que temos os argentinos”. A discussão sobre as Malvinas fará parte da agenda da próxima reunião ministerial. Além disso, o presidente antecipou que a reunião também se concentrará em um artigo do ministro Federico Sturzenegger, que critica as informações divulgadas por certos meios de comunicação.
No mesmo diálogo, o presidente Milei comentou sobre a saída de Lionel Messi da Seleção Argentina. Descreveu a partida do jogador como “uma dor enorme” e reconheceu sua trajetória. Messi, que anunciou sua saída em 31 de agosto, deixou um legado significativo com 207 partidas, 125 gols e múltiplos títulos, incluindo a Copa do Mundo do Catar 2022.
O presidente também abordou a excepcionalidade de Messi no contexto do futebol, citando um estudo britânico que mede seu desempenho em diversas facetas do jogo. Milei enfatizou que Messi se destaca em todas as áreas e criticou a imprensa e os torcedores que frequentemente questionam seu desempenho.
Finalmente, Milei expressou seu desejo de que a Argentina recupere seu prestígio em outros âmbitos, mencionando o interesse em recuperar um Grande Prêmio de Fórmula 1, insinuando um futuro promissor para o automobilismo no país.
Fonte: www.infobae.com