Magaly Medina voltou a abordar a situação de Jefferson Farfán, após a emissão de um documento do 15.º Juizado de Família que está relacionado a uma denúncia apresentada por Darinka Ramírez, mãe de sua filha mais nova. Medina questiona a acreditação de Farfán em relação a uma terapia psicológica que lhe foi ordenada judicialmente.
A controvérsia se intensificou depois que Medina apresentou em seu programa uma resolução que indicaria que o ex-jogador de futebol não cumpriu a exigência de se submeter à terapia psicológica. A jornalista lembrou que esse dever surge da ação judicial iniciada por Ramírez.
O documento revela que Farfán havia apresentado uma cópia digital de um comprovante de consulta para o dia 2 de setembro em um serviço de saúde mental; no entanto, esse comprovante não certifica que ele tenha comparecido a essa sessão. Durante seu programa, Medina enfatizou que o comprovante simplesmente indica que a consulta foi agendada, mas não demonstra que a terapia foi efetivamente realizada.
Medina expressou seu desejo de obter respostas sobre se Farfán fez o que a lei exige, levantando a questão: “O ‘pisapaja’ terá ido à sua terapia? Terá cumprido com o que a lei impôs ou não estará cumprindo?” A apresentadora também se referiu à sua própria história de cumprimento de um serviço comunitário, indicando que foi constantemente questionada sobre seu cumprimento, e agora pede a mesma prestação de contas para Farfán.
A resolução judicial não traz apenas à tona a necessidade de cumprimento, mas aponta que o juizado deu um prazo de três dias para que Farfán apresente a documentação que comprove sua assistência às terapias. A falta de acreditação poderia levar o caso ao Ministério Público.
No decorrer do programa, Medina comparou as obrigações de ambos, insistindo que se uma ordem judicial é imposta, ela deve ser cumprida. Com uma pergunta direta a Farfán, encerrou sua crítica: “Você foi fazer sua terapia, sim ou não?”
Fonte: www.infobae.com