Julio César Uribe, diretor geral de futebol do Sporting Cristal, foi agredido ao sair de um treino no estádio Alberto Gallardo no dia 3 de setembro. O ataque, realizado por um grupo de torcedores, levanta questões sobre sua continuidade no clube.
A agressão ocorreu quando Uribe havia descido de seu veículo para conversar com um policial. Nesse momento, um torcedor o golpeou na nuca, o que gerou alvoroço no entorno do time que enfrenta uma campanha complicada na Liga 1 2026. O agressor fugiu antes da chegada das autoridades, embora a situação tenha sido captada por uma testemunha que gravou o incidente.
O Sporting Cristal emitiu um comunicado confirmando a identificação de alguns dos envolvidos na agressão, anunciando que seriam denunciados ao Ministério Público. Além disso, a diretoria do clube está trabalhando para rastrear os demais responsáveis. Este ocorrido abriu um debate sobre a segurança dos membros do clube.
Pedro García, jornalista esportivo, comentou sobre as possíveis repercussões da agressão na carreira de Uribe, apontando que sua família o aconselhou a deixar a instituição. “Toda a família está pedindo para Uribe deixar o Cristal. Sua esposa, seus três filhos e seus netos estão pedindo para ele deixar o Cristal”, afirmou no programa ‘Pedro Responde’.
García também condenou a violência e fez um apelo ao Sporting Cristal para garantir a segurança de seus jogadores e da comissão técnica, enfatizando que é mais importante proteger os atletas do que buscar vitórias imediatas. “É mais importante proteger os jogadores, Mosquera, Uribe e os seus, do que ganhar no domingo”, concluiu.
A agressão a Julio César Uribe é um lembrete dos riscos de violência no ambiente esportivo, uma situação que afeta não apenas os dirigentes, mas toda a comunidade do futebol.
Fonte: www.infobae.com